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Blog de renatinhocc
 


Brasil!

Minha terra

Minha mãe, sem tetas

Meu consolo, sem solo

Minha riqueza, sem vida

Meu habitar sem lugar.

Ah! Que pátria mãe gentil é esta!

Que poucos querem estar

Tantas terras, cheia de riquezas e vida

Mas os seus filhos não conseguiu agrupar

Ah Brasil! Por que não consegues olhar

Sei que tu fostes traída, explorada e corrompida

Nada disso abalou tua riqueza singular

Agora com tantos bens, olhe para teus filhos

Precisam de terras, solo e vida

Precisam de braços e guarida.

Querem dar seus primeiros passos

Para poderem andar.

Não simplesmente consinta!

Abrigue teus filhos já.

 

Rcc



Escrito por renatinhocc às 14h56
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Lamento

 

Cá eu aqui, sem brio, sem parede e uma rede;

Cá eu aqui, sem mão e tão longe de mim;

Cá eu aqui, sem nada, nem uma para sorrir;

 

Cá eu aqui, sem lida nem visita;

Cá eu aqui, sem labor nem meu amor;

Cá eu aqui, aqui e sozinho;

 

Cá eu aqui com um pote, parece trote;

Cá eu aqui com fome homem;

Cá eu aqui para me distrair;

 

Cá eu aqui com terra nas mãos;

Cá eu aqui com as mãos sem terra pra mim;

Cá eu aqui, aqui sem fim;

 

Cá eu aqui, com solidão e dor no coração;

Cá eu aqui, com a morte à mão;

Cá eu aqui e tu ali;

Cá eu aqui, é o fim.



Escrito por renatinhocc às 07h25
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Caro leitor,

 

Durante alguns anos fomos simples eleitores, depois, passamos a pertencer ao grupo daqueles que apóiam os candidatos através de suas opiniões manifestas em mesas de bares, praças, esquinas, campos de futebol e salões de cabeleireiro, depois, entramos no seleto grupo daqueles que se envolvem defendendo ferrenhamente seus candidatos e indo a luta em busca de sonhos sociais.

Engraçado que, sonhos nunca realizados e as defesas que foram levantadas em prol de seus candidatos, foram envergonhadas, pelas míseras atuações administrativas.

O tempo passou e algo de muito importante fixou-se em nós, a certeza de que ELES, em parte, nunca defenderam nossos interesses e, por isso, nunca foram nossos representantes políticos, ideológicos, nem, tão pouco, representantes capaz de nos fazer pelo menos sonhar, sonhar nas garantias sociais preconizadas pela Magna Carta.

O que nos reza a Magna Carta é que através do voto, os políticos eleitos passam a nos representar, defendendo nossos interesses, tanto na esfera legislativa como na executiva. Sabemos que isso não passa de “balera” e, que somos apenas meros condutores de insatisfeitos sócio-econômico ao poder do Estado.

A propósito, quando da campanha eleitoral ou eleitoreira, na condução DELES ao poder, sempre nos trataram como se fóssemos reis, alías, não tinham como nos tratar de outra forma, sendo essa, o único método encontrado por ELES para chegarem ao poder (nossos votos). Na verdade, reis sem nenhuma majestade.

Senhores, se o político eleito é, em tese, nosso representante no poder público, então, qual o motivo de suas insatisfações quando os tiramos de lá? Ora senhores, se os empregados trabalham para seus senhores e, como exemplo, a empregada doméstica que lava, passa, cozinha e servi o patrão, com as mesmas obrigações estão os administradores público.

Ao longo dos anos passamos a fazer indagações e interrogações sobre a legitimidade fictícia que leva os administradores públicos a se apropriar de nossos bens. E, qual o motivo que levam eles a se acharem nossos senhores.

No mínimo, querem inverter os pólos que determinam o curso da administração pública e invertem transformando-nos em bodes expiatórios, numa corrida entre o “céu e o inferno” fazendo-nos parte do segundo, por pura ganância e desprezo social que os enche.

Da mesma forma que cobramos punições aos funcionários públicos (gerentes e caixas de banco, delegados e policiais, promotores, juizes e defensores públicos e demais agentes) no exercício de suas funções, buscando puní-los pelos seus erros funcionais, da mesma forma ou, até mais, devemos cobrar de nossos empregados que elegemos para o exercício do cargo público e para gerenciar como Gestor Público os bens que a nós pertence. Até porque, somos nós que temos que puní-los quando do desvio da função por eles praticados. Nós elegemos e nós tiramos, quando outro em seu lugar é colocado. Em seguida, lutando para que sejam responsabilizados por tais erros.

Voltando ao assunto que iniciei tratando, depois de muito pesquisar e buscar compreender, cheguei a um veredicto:  “Os homens não estão preocupados em servi, preferem ser servidos, como também, nunca saberão que o homem é elo de ligação entre o homem e a benção da prosperidade material e, consequentemente espiritual. Em vez disso, nós concordamos que os administradores enriqueçam e vivam bem, enquanto nós, vivemos a míngua, numa situação de desespero sócio-econômico e sem perspectiva educacional, base de qualquer civilização contemporânea que vive uma elevação de qualidade de vida, jogados a mercê de infames propostas de desenvolvimento social, que mas parece  um extermínio social.

Senhores, quando ouço falar em reinserção social, política que traz de volta o indivíduo ao convívio social. Fico indignado! O que parece acontecer no meio DELES é uma cegueira de conhecimento de causa, até porque não se devolve a algum lugar aquilo que nunca lá esteve, sendo certo afirmarmos que estamos inserindo o indivíduo no meio social, dando oportunidades, tal como preconiza a Constituição federal, não os devolvendo, pois, nunca lá estiveram.

O que fica claro com os exemplos cotidianos do mundo antigo e dos tempos hodiernos é que precisamos de sonhadores e servos com potencial de GESTORES, capazes de se negar ou esquecer-se de suas vaidades individualistas e viver como viveram os grandes mitos da história. Como exemplo, prefiro citar o caminhar de um homem chamado Moisés. Cresceu em berço de ouro, depois se casou e vivia muito bem, até se dar conta que precisa se esquecer de qualquer vaidade pessoal e se levantar para empreender todas as lutas necessárias em prol de um povo.

O que ora queremos colocar é que para ser Administrador público(prefeito), além das capacidades técnicas de um Gestor, tem que ter péle, ser capaz de sensibilizar-se com a necessidade do povo, precisa ser simples, não apenas um mero ser humano, mas altamente humano.

Estas palavras, como forma de protesto, para expor minha insatisfações sobre a aplicação de recursos que erroneamente são desviados para poupanças e bolsos de políticos mesquinhos, vis e covardes que tem se perpetuado no poder público estadual e municipal de nosso país continente.

 

 



Escrito por renatinhocc às 18h34
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Visão

 

 

Quando surgiu a oportunidade, através deste meio de comunicação, para propagar meus ideais, fiquei contente, pois, entendo ser este o momento certo para lutar contra a escravização política que tem se perpetuado em nosso município.

Tal escravização é fruto de um sentimento que está enraizado em nossos administradores, desde a chegada dos “colonizadores” portugueses.  Deste modo, somos forçados a aceitar essa herança cruel que, assim como no passado, tratou nossos pais de forma desumana e, continua até os dias de hoje. Não tem como falarmos de política, sem, no entanto, recordar através da história, o quanto somos fruto de uma visão exploradora.

O capitalismo se insurge proporcionando ao Estado a necessidade de competir, de amontoar riquezas. Portugal em declínio parte em busca de novos horizontes financeiros, encontrando na América a porta para solução de seus problemas. Usa nossas riquezas para tal fim.

Assim como foi com o Índio, foi com os negros da Costa da África, submetidos a mais grotesca das humilhações para satisfação econômica de um povo alienígena, assim, tem sido até hoje, respingando em nós tal tratamento, levando-nos a miséria social.

Não há o porquê de concordarmos com jargões, tais como: “filho de peixinho, peixinho é”; “pau que nasce torto não se endireita”, nem tão pouco, com a acusação de que todos os políticos são corruptos. Somos dotados de mente capaz, livre arbítrio e independência intelectual em relação aos nossos genitores, neste norte, repudiamos qualquer comparação à estrutura política até então implantada.

Estamos ladeados de pessoas sérias, cheios de sonhos sociais, capazes de renunciar a si mesmo em prol de uma sociedade justa e solidária, princípio este, Constitucional.

Entendo também, que quando o povo se insurge contra a atual situação política, solidifica e legitima nossa luta e oportuniza nosso levante.

Surge em Zé Doca um grupo de jovens e adultos, com mentes renovadas, homens inteligentes que farão desencadear e decolar um sentimento de luta, implantando aqui uma política séria, voltada para os anseios sociais.

Desta forma senhores, entendo que só um grupo com tal grau de insatisfação, inteligente, será capaz de romper com esta herança política e, aplicar o que chamamos de nova roupagem, vestes novas ou nova visão a nossa política e cidade, trazendo projetos que atendam as necessidades básicas e que proporcionem abertura esportiva, educacional e cultural, visando uma real inserção social. Este grupo se coloca a disposição de Zé Doca, através deste meio e de outros necessários, para discutirem os problemas e apresentarem soluções, que até então, se pareciam insolúveis.

 

Não somos simples seres humanos, somos Humanos.

 

Autor: Renato Coelho.



Escrito por renatinhocc às 17h21
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Coragem para começar.

A criação desse BLOG, entre muitas, tem a finalidade de discutir os problemas comunitários e apresentar soluções viáveis. Solução de problemas é o nosso norte. Miraremos o problema e publicaremos as soluções. Claro que a política, aquela mesma de pólis, da cidade, será a nossa prioridade. E a política partidária, como não poderia ser de outa forma, será tema recorrente. Afinal os partidos políticos são instrumentos de viabilização de poder.

Quem desejar de alguma forma melhorar a pólis, a cidade, terá que chegar ao Poder e nele só se chega através de política partidária. então vamos lá!

Os problemas regionais serão examinados por nós e os da região de Zé Doca e de seu povo, entendo, são prioridades.

Sejam bem vindos, todos, ao Blog do Renato! Espero participação e divulgação dessa importante ferramenta de comunicação e interação entre as pessoas.

 



Escrito por renatinhocc às 09h23
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